Sexta-Feira,
19/01/2018

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Para muitos, o término de 2016 foi o maior presente do ano; para outros, apenas preparos festivos. O que há em comum é a certeza de recontar o tempo, parar para fazer a revisão dos objetivos, traçar novas metas e encontrar caminhos alternativos na adversidade.

Sabemos que para o país as previsões não estão satisfatórias, damos um passo à frente e voltamos alguns mais. Finalizamos o ano com a zombaria de um Calheiros, entendemos em frases subliminares que o poder permanecerá em mãos erradas. O Congresso Nacional é confuso, políticos se engalfinham pelas mentiras lançadas e, ajeitam mal e porcamente fórmulas extraídas de brechas da nossa lei falida e arcaica para se livrar da responsabilidade de ser no mínimo, moral.

Acompanhamos o choro vazio de um Garotinho, a expressão antipática de um casal Cabral – chiques ao ponto de contar com serviço VIP com delivery de dinheiro duvidoso. O chefe da facção ainda boloteia a lei, ri do povo e coloca-se no pedestal para garantir o título de maior marginal da história, cercado de uma ala de pensadores que tem o inescrupuloso hábito de ser brasileiro em ação, comportamento e vocação.

Sergio Cabral: um dos inúmeros políticos brasileiros envolvidos em escândalos

Nos noticiários pudemos ver vereador de araque sair da cadeia para assumir o cargo, prefeito fugitivo e contas penduradas, cidades muito endividadas levando seu saldo negativo para o bolso do funcionalismo público – extraíram o pão das casas, a dignidade dos velhos e, a vontade de continuar cidadão.

Tivemos inúmeros exemplos do quanto o jovem se cria pelo mal… Mataram no metro, atacaram gays, espancaram muitas mulheres, deram fim à maridos, dizimou-se famílias por completo. Aqui, num dia sai a Lei Seca, no outro, cidadãos colocam na rede sua forma desonesta de contra-atacar garantindo que se beber e tomar vinagre não serão pegos. Muda Brasil!

 

“Aqui, num dia sai a Lei Seca, no outro, cidadãos colocam na rede sua forma desonesta de contra-atacar garantindo que se beber e tomar vinagre não serão pegos (Roberto Nogueira).

 

Costumamos dar bastante opinião na vida alheia, receita de sucesso para o outro, doamos conselhos fúteis, deixamos de doar medula óssea e sangue. A indignação dos aculturados está ainda crescente e, talvez será a tábua de salvação das gerações futuras provindas da ainda grande faixa dos imbecis que hoje deturpam a civilidade.

Dois mil e dezessete na numerologia dá 1 (2+0+1+7=10 / 1+0=1), isso sugere início, começar uma vez mais, sair do zero. Que assim seja! Um ano de novos planos, novas metas, novos rumos. Moralizado, menos indecente e com a consciência plena de que os comandantes são pagos por nós e devem prestar bons serviços – não serve, manda-se embora.

Segundo os chineses, 2017 será o ano do Galo, que caracteriza coragem, honestidade e ambição

A comunhão dos estados em limpar o país deve ser a meditação do ano – o ano do galo segundo os chineses. O signo do Galo caracteriza pessoas cheias de coragem, honestidade e ambição. Portanto, esse ano estará contagiado com essa energia de dinâmica, mudança, de novas ideias e oportunidades. Será um ano para quebrar barreiras, perder o medo, ser uma pessoa destemida em busca do seu destino, ele exigirá muito esforço das pessoas para atingir os seus objetivos.

Se queremos uma nova nação, devemos absorver esta energia e enrijecer os glúteos… É o fim dos bundas-moles.
Queremos mais trabalho, maior dignidade e o respeito dos politiqueiros trambiqueiros. Se são zombeteiros e sorrateiros, especialistas em auto beneficiamento e safardões sem escrúpulos, merecem o mesmo tratamento dado à criminosos.

 

“Se queremos uma nova nação, devemos absorver esta energia e enrijecer os glúteos… É o fim dos bundas-moles” (Roberto Nogueira).

 

Brasileiros, tenham a consciência de que o mal político comete crimes imensuráveis contra uma sociedade inteira; ele também mata, aleija, consome, destrói e escraviza sem enxergarmos isso. Não confie em políticos… cobre-os como seu funcionário público. Ele é bem pago para cumprir horário, seguir regras e dar satisfações e, por favor, façam com que assessores se lembre disso também.

A pátria que vejo não pertence ao Brasil.

Tá falado!

Postado por Roberto Nogueira